Inspire-se em 22 modelos de escadas .

Esse item tira noites de sono de quem vai construir. Que tipo de material? Quantos patamares? Dúvidas como essas somam-se ao medo de errar nas medidas.

Projeto habitacional de baixo custo.

Este tipo de projeto serve de exemplo para demostramos que os aspectos arquitetônicos não só podem ser voltados para as classe A e B.

As boas ideias de piscinas

Para divertir toda a família e arrancar elogios dos convidados as piscinas dão um show a parte, confira a galeria de fotos.

Concreto entre céu e mar.

Linhas puras e elegantes dão forma a este refúgio de fim de semana inserido em uma paisagem exuberante.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Cidade flutuante propõe nova forma de civilização em alto mar

 

 

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O celebrado designer francês Phillippe Starck defende que todos nós devemos ter o poder de enxergar à frente do nosso tempo – não só para cuidar dos nossos interesses, mas também dos interesses do resto da humanidade. A ideia parece se encaixar perfeitamente nos conceitos do Seastead, uma organização que pretende criar novas fronteiras para uma civilização de vanguarda, ou algo como a “Swimming City”.

Desenvolvida pelo designer húngaro Andras Gyorfi, a “Swimming City” é uma cidade aquática que revoluciona as formas de governo e os sistemas sociais em nível mundial. Mais que isso. O modelo é exemplo claro de liberdade para ousar, criar e inovar. O conceito consiste em um resort recreativo com extensa área de lazer, piscinas, anfiteatros ao ar livre, pista de pouso de helicóptero e uma marina sombreada. Foi projetado especialmente para concorrer ao primeiro concurso de design promovido pela Seastead – e venceu. O projetista da Swimming City levou para casa o prêmio de US$ 1 mil.

Além dele, outros profissionais venceram em outras categorias, como concepção estética, personalidade, melhor imagem e escolha do público. Todos eles ganharam US$ 250 de premiação. Entre os 41 projetos inscritos, foi possível ver estruturas aquáticas de diversos tipos, como arenas esportivas, centros médicos, universidades, hotéis e residências.

 

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A missão

Os projetos mais reconhecidos do concurso fazem parte do Seasteading (TSI), fundado em 2008 com a missão de “promover o estabelecimento e o crescimento de comunidades oceânicas permanentes e autônomas, possibilitando a inovação a partir de novos sistemas políticos e sociais”.

Em outras palavras: a instituição quer fazer dos oceanos os locais ideais para a construção de cidades completas, autossuficientes e plenamente habitáveis. “Atualmente é muito difícil experimentar sistemas sociais alternativos em menor escala; os países são tão grandes que é difícil um indivíduo fazer a diferença”, dizem. Por isso, os organizadores do TSI defendem “algo como a Web 2.0”, onde vários pequenos governos serviriam a muitos nichos de mercado. Seria um sistema dinâmico onde pequenos grupos experimentam e todos copiam o que funciona, descartam o que não dá certo e reajustam o que sobrou para fazer com que dê certo.

 

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A realização

Para tornar cidades como essas reais, entretanto, é preciso muito mais que argumentos. Um sistema como este seria possível? Como funcionaria? “ É difícil dar uma resposta breve sobre isso. O que podemos é apontar os navios de cruzeiro industriais como a prova de que o fornecimento de energia, água, alimentos e Internet sobre o oceano não é apenas possível, como também rentável”, dizem.

E se você pensou que a intenção dos idealizadores do projeto é construir uma cidade aquática do dia para noite, se enganou. Eles afirmam que pretendem velejar rumo ao futuro com planos concretos e viáveis. A estratégia é começar pequeno: primeiro uma maquete em miniatura, “capaz de flutuar em um copo”. As proporções iriam crescendo, de copo para aquário, seguido por costa, até chegar a dimensões oceânicas.

O TSI já recebeu o apoio da publicação norte-americana Wired e um incentivo de US$ 500 mil de Peter Thiel, co-fundador da PayPal e investidor de diversas companhias, como a LinkedIn e o Facebook.

Para Patri Friedman, diretor executivo da TSI, o Seastead não é uma utopia. Ex-engenheiro de software do Google, ele disse em entrevista ao Wired que a multinacional definiu seus padrões de como algo pode crescer rapidamente. “Isso tem potencial para ultrapassar essas normas, se fizermos uma seastead, há espaço para mil”, defende.

Como funcionaria uma cidade flutuante

 

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1. Plataforma

Com uma extensão de 50 km2 , a plataforma de aço deixa qualquer deck de navio com vergonha. Cabos de fibras de carbono são ancoradas nos pilares para reforças a estrutura e possibilitar uma superfície mais larga.

2. Abastecimento de água

Em uma cidade aquática o que não falta é água. Presente por todos os lados, essa substância estará sempre disponível graças a equipamentos de dessalinização, capazes de fornecer água doce para consumo e cultivo.

3. Base de sustentação

Tanques de água inseridos em quatro pilares de flutuação irão sustentar a cidade a nove metros acima do nível do mar e minimizar o impacto das ondas.

4. Sala de motores

Não gostou da vizinhança? Mude-se. A ilha pode viajar a uma velocidades de até 2 nós alimentada por quatro motores a diesel, reforçados com geradores elétricos.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Espelhos: magia e perigo

 

Que utensílio da sua casa você pode amar ou odiar só de olhar para ele (e ver sua imagem refletida)? Ou qual objeto mostra a realidade nua e crua, sem que nós possamos impedir?
Se ainda não sabe, vai uma dica. Na clínica de beleza, no cabeleireiro e na butique este utensílio está sempre em destaque e mostra como você está naquele momento. E mais, tem papel fundamental no filme "Branca de Neve". De quem estamos falando? Do glorioso espelho, aquele que reflete tudo e todos.
O espelho tem o poder de reproduzir e multiplicar as mais lindas imagens ou refletir e dobrar as cenas mais tristes de nossas vidas. Sem medo de exagerar, o espelho é um dos objetos de maior importância em um ambiente e em nossas vidas.
Ao aplicar o Feng Shui num ambiente, o espelho é muito usado em correções e curas, mas sua utilização deve ser muito bem estudada para que não prejudique as pessoas que vivem nesses ambientes.
Existem muitas dúvidas sobre onde colocar o espelho. Para ajudar, elaborei uma relação com as perguntas mais comuns sobre o tema, com dicas práticas e rápidas. É só ler e aplicar.

Espelhos: como usá-los corretamente


1- É verdade que um espelho pequeno do lado de fora da porta de entrada de uma casa nos protege das energias negativas?

Sim, é verdade. Se colocarmos um espelho acima da porta de entrada, do lado de fora, protegemos nossa casa das energias negativas. Para ajudar mais ainda, podemos usar um baguá com um espelho no centro acima da porta de entrada.
2- Se houver um espelho na frente da porta de entrada, do lado de dentro da casa, o efeito é o mesmo?

Sim, mas esta localização é muito perigosa. Nunca coloque um espelho de frente para a porta de entrada. O espelho tem a propriedade de refletir e expulsar todo o tipo de energia que entra pela porta -ruins e boas.
É muito bom ter um espelho ao lado da porta de entrada. Ele dobra a entrada de oportunidades e retém as energias negativas.
3- É verdade que o espelho que reflete a mesa de jantar aumenta a prosperidade?

Sim, é verdade. A mesa de jantar ou da copa é usada pelos moradores da casa para as refeições. Como "mesa farta é mesa próspera", ter um espelho refletindo a mesa significa aumentar a prosperidade. Para atrair mais abundância, coloque sobre a mesa uma bela fruteira ou flores -vermelhas ou amarelas.
4- Existe outras formas de usar o espelho para atrair prosperidade?

Sim. Você pode colocar um espelho pequeno na cozinha, atrás do fogão. Como a chama do fogão representa prosperidade, o espelho irá dobrar a chama e a abundância.
Quem tem comércio, pode colocá-lo do lado da caixa registradora para duplicar os lucros.
5- Espelho de frente para a janela é bom ou ruim?

Depende do que tem do lado de fora da janela. Se a visão que você tem desta janela for um jardim florido, a energia positiva será atraída para sua casa. Mas se a vista da janela for um hospital ou fábrica, a energia atraída para sua casa não será boa.
6- Quais são os cuidados quer se deve ter com o espelho no quarto?

O espelho não pode refletir as pessoas deitadas. Os chineses acreditam que "se ver dormindo" atrai má sorte. Pode provocar, por exemplo, doenças. Mude o espelho de lugar ou cubra com um tecido ao deitar.
7- Por que é bom colocar um espelho pequeno no alto de uma parede ou na porta que fica no final de um corredor?


O corredor é um acelerador de energia vital. Quanto mais comprido for, maior será a aceleração. Para fazer com que a energia volte para o resto dos cômodos, costuma se colocar um espelho no final do corredor para que ele reflita a energia de volta. No entanto, esse procedimento só tem sucesso se colocarmos uma ou duas esferas multifacetadas penduradas no teto do corredor. A esfera facetada distribui melhor essa energia acelerada para os outros cômodos.

Dica: Se você tem na sua casa um local muito estreito ou pequeno, no qual as pessoas se sentem sufocadas ou passam mal, um espelho grande numa das paredes pode dar sensação de amplitude ao local, melhorando a vibração. O mesmo procedimento pode ser usado numa loja.
Por hoje é só. Se alguém quiser fazer  comentários ou enviar sugestões mandem  pelo poste de comentarios .

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Portas

 

5 portas de correr

Elas ganham cada vez mais versões e se consagram como uma ótima opção para integrar (ou separar) ambientes.

  1 - Marcenaria caprichada
Para dividir sala e escritório, a decoradora Christiane Laclau, do Rio de Janeiro, optou por uma versão com marcenaria caprichada em dois tons: os painéis (0,74 x 2,10 m cada folha) são de freijó lavado canelado e o puxador,de wengé. O trilho, suspenso, fica escondido entre a parede e o painel de madeira com acabamento de laca branca fosca, projetado especialmente para ocultar as folhas quando abertas.
Detalhe: no encaixe das peças, o recorte macho-e-fêmea, talhado na madeira, garante total vedação. Chique e discreto, o puxador (15 x 16,5 cm) se destaca com um rebaixo de 1,75 cm. Execução da Zuccolotto Marcenaria.

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2- Leveza é o segredo dessa porta
Os arquitetos cariocas André Piva e Sylvia Zobaran montaram um escritório (4,25 x 3,30 m) dentro da sala de estar. Eles fecharam a área com três folhas de laca fosca (Cap Marcenaria). Duas medem 1,30 x 2,65 m e uma tem 1,45 x 2,65 m - e se encontram num ângulo de 90 graus. O trilho fica embutido no rebaixo de gesso. No piso, pinos travam a estrutura quando recolhida.
Detalhe: as laterais chanfradas dão leveza às portas (de 4 cm de espessura). Esse corte se repete nas laterais do puxador3 4 

3- Ripas em relevo e roldanas aparentes
A entrada da área íntima, no hall do apartamento, ganhou uma porta (1,05 x 2,10 m) desenhada com ripas em relevo (2 x 0,5 cm, com intervalos de 1 cm, da Cunha Marcenaria) que se desloca por meio do mecanismo aparente de aço inox (Navona). Projeto dos arquitetos cariocas Eliane Fiúza e Luiz Henrique Medeiros.
Detalhe: a barra presa com afastadores vem com duas roldanas que sustentam o painel. "O peso da estrutura define a quantidade de pontos de fixação na parede", explica Eduardo da Silva, da Navona. "E a barra de aço deve ter pelo menos o dobro do tamanho da porta."

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4- Trilho embutido e guias garantem o deslocamento fácil
Duas folhas de 1,05 x 2,40 x 0,04 m, com acabamento de laca fosca e delicados frisos na horizontal (Marcenaria Magnólia), ligam o quarto ao banheiro do casal. "A abertura generosa torna o ambiente confortável. O espelho na bancada reforça essa sensação", diz a arquiteta Carmen Zaccaro, que assina o espaço com Marise Kessel.
Detalhe: o puxador de 50 cm é entalhado na madeira. O trilho embutido no gesso e as guias na parte inferior dos painéis permitem o deslocamento fácil e mantêm o piso liso.

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5- Portas de correr paralelas
Mãe de dois filhos, a arquiteta Anna Backheuser ( Ateliê de Arquitetura), do Rio de Janeiro, dividiu o family room em dois ambientes - de brinquedos e estudo - junto à sala de jantar. "Gosto dessa convivência próxima e lúdica", revela. Para delimitar os espaços, portas de correr paralelas (2,40 x 1,60 m, com pintura automotiva azul e roxa, execução de Antônio Augusto Kós). Os puxadores têm a altura total da porta.
Detalhe: parece um friso, mas na realidade a faixa branca é uma linha de 0,5 cm, pintada com tinta vinílica. Repare que o trilho está embutido numa canaleta montada junto à viga estrutural.

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sexta-feira, 27 de junho de 2008

11 Andares que Giram. ( Brasil )

Cinco pessoas já concordaram em dar 400.000 reais à construtora Moro, do Paraná, que ergueu o edifício mais estranho do Brasil. O prédio fica em Curitiba, possui onze andares (há seis unidades à venda, para quem se interessar) e todos eles giram independentemente uns dos outros. Cada andar dispõe de controle individual e o proprietário decide quando seu imóvel vai rodar, e para que lado. A velocidade é constante e o tempo necessário para dar uma volta completa é de uma hora., tem o nome de Suíte Vollard e se tornou um ponto de visitação na cidade. Todos querem espiar aquele que é o primeiro edifício do mundo que rodopia de alto a baixo – e por fatias.
Para funcionar, o sistema tem seus truques. O imóvel, de 270 metros quadrados, é redondo e há apenas um apartamento por andar. Na parte central do edifício, fica o que se pode chamar de espinha dorsal da


construção, que não gira. Nessa área, onde estão a cozinha e o banheiro, passam as tubulações de água, gás e esgoto. Numa das laterais do prédio ficam os elevadores, o hall de entrada e a área de serviço, que também não rodam. Entre as duas fatias, há um piso móvel, de metal, com 14 metros de diâmetro (veja ilustração). A estrutura metálica está ligada a um motor. Essa grande chapa gira sobre a base de concreto do andar, como se fosse um disco de música. Nesse pedaço da casa, ficam os quartos e as salas. O imóvel obedece ao estilo loft, sem divisórias. Todos os cômodos têm acesso aos janelões de vidro, que proporcionam uma vista panorâmica, exceto o banheiro e a cozinha.


Um dos desafios dos projetistas foi fazer a fiação elétrica, já que não poderia estar concentrada apenas na fatia fixa. Os arquitetos desenvolveram um esquema especial. A fiação do imóvel é levada da rua para os apartamentos através da espinha dorsal. Com as técnicas normais de construção, os fios seriam espalhados pelo imóvel e acabariam enrolados. Empregou-se uma tecnologia diferente. Os pontos de luz são energizados por meio de um trilho de cobre que gira com a plataforma. As tomadas ficam no chão. Infelizmente, não foi possível fazer o mesmo com o fio da antena da TV. Ou seja, para quem tem TV a cabo, o aparelho só funciona se ficar na parte fixa da casa. O problema, nesse caso, é o morador querer assistir à TV a cabo sentado na poltrona enquanto o apartamento gira.


Outro problema foi a segurança do sistema. Os arquitetos quebraram a cabeça para evitar que alguém se ferisse por causa dos vãos localizados entre a parte fixa e a móvel. Primeiro, estabeleceram que a distância entre elas seria de menos de 1 centímetro. Depois, elaboraram uma caixinha, uma espécie de rodapé de proteção, que cobre toda a extensão dos vãos. Ninguém consegue explicar para que serve um apartamento que gira – nem a construtora, nem os futuros moradores. Expor os cômodos ao sol? Sim, pode ser. Mudar a vista da sala? Sim, também pode ser isso. Enfim, cada um faz o que quer com o dinheiro que tem.




Fotos:







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domingo, 4 de maio de 2008

ARQUITETURA É CONSTRUÇÃO MUNDIAL

Dubai, um dos sete principados dos Emirados Árabes Unidos, faz parte da rica região produtora de petróleo do Golfo Pérsico. Com apenas um milhão de habitantes e 77 quilômetros quadrados de área, ele poderia ser lembrado por sua riqueza. Ao contrário de seus vizinhos, porém, Dubai preferiu cravar sua marca na história como o país do turismo exótico. Atualmente, seus resorts de luxo recebem cerca de cinco milhões de visitantes ao ano. Número que tende a crescer quando ficarem prontas todas as obras mirabolantes em andamento no país.
O passo fundamental dessa meta foi dado no final de março, com a inauguração da segunda fase de um ambicioso projeto. Já se pode enxergar no chão o contorno do Burj Dubai, ou Torre de Dubai, que será o maior prédio do mundo quando concluído, em 2008. As bases da construção, inspiradas em uma flor de seis pétalas típica do deserto, aparecem como um desenho incrustado no solo. Foram 12 meses de trabalho para consolidar, a 50 metros de profundidade, a estrutura subterrânea composta por 195 vigas feitas com 110 toneladas de concreto, que darão suporte ao gigante.




















* Projetado pela construtora Emmar e desenhado pela empresa americana Skidmore, Owings & Merrill, responsável pela construção do Jin Mao Tower, o quinto maior prédio do mundo, o Burj Dubai custará US$ 900 milhões aos cofres da sul-coreana Samsung, que venceu a licitação pública para a construção do edifício. As dimensões exatas do gigante de concreto são mantidas em sigilo. Os especialistas calculam que ele passe dos 700 metros de altura.

O número de andares também não é exato. A princípio falou-se em 123, mas, da maneira como foi projetada, a torre pode ganhar mais andares durante a construção. Todo esse mistério gerou um bolão de apostas. Há quem diga que o prédio ultrapassará os 150 andares, isso porque, na visita à obra, alguns convidados viram um modelo de elevador com 189 botões, um para cada andar.

O prédio abrigará centros comerciais, hotel, residência, área de lazer e o maior shopping center do mundo. O Burj Dubai vai superar o atual espigão mais alto do mundo, o Taipei 101, em Taiwan, com 509 metros. Dessa forma, o Oriente Médio volta a ter a honra de abrigar a maior estrutura construída pelo ser humano, título que perdeu em 1889, com a construção da Torre Eiffel, em Paris. Até então, o recorde pertencia à Pirâmide de Gizé, no Egito. Atualmente estão na Ásia os maiores edifícios do globo.


*A corrida para alcançar o céu com toneladas de ferro, aço e concreto não é a única prioridade de Dubai. O país possui uma série de outras obras tão espetaculares quanto o Burj. Entre elas estão o The Palm, projeto que pode ser visto do espaço e prevê a construção de condomínios residenciais e hotéis de luxo sobre três ilhas artificiais em formato de palmeiras.

As duas primeiras ilhas, que aumentam em 120 quilômetros a extensão territorial do país, devem ficar prontas até o final deste ano e consumiram US$ 1 bilhão cada uma. A primeira, Palm Jumeirah, é residencial e cada um de seus 17 braços em formato de folha é reservado a uma única mansão. Especula-se que o jogador inglês David Beckham tenha reservado a sua por US$ 1,6 milhão. A segunda ilha, Palm Jebel Ali, é voltada ao entretenimento, com parques aquáticos e restaurantes. Juntas, elas terão 60 hotéis, quatro mil mansões, cinco mil apartamentos e mil casas de praia.























Para Paratristeza dos ecologistas, que afirmam que os 80 milhões de metros cúbicos de areia do deserto e pedras para aterrar as faixas do mar utilizadas nas obras já estariam prejudicando a vida marinha, o xeque Mohammed Bin Rashid Al Maktoum, o homem forte de Dubai, anunciou a construção da terceira ilha paradisíaca, com 14 quilômetros de comprimento e oito mil residências de dois andares. Ainda na onda das ilhas artificiais, a outra empreitada é The World, um aglomerado de 250 ilhas a quatro quilômetros da costa, cujo desenho simula os cinco continentes do globo terrestre e concentra outra leva de condomínios residenciais de luxo.











*Como dinheiro não é problema em Dubai – ali a renda per capita é de R$ 64 mil, contra menos de R$ 10 mil no Brasil –, não faltam idéias mirabolantes. Tanto que os turistas endinheirados poden desde de outubro de 2006, se hospedar no primeiro hotel submerso do mundo, o Hidrópolis .O projeto de US$ 500 milhões tem 108 mil metros quadrados de área construída com restaurantes e 200 suítes totalmente no fundo do mar. Erguido a 300 metros da costa, ele tem 20 metros de profundidade. A ligação com o continente e feita através de um túnel.
Como em um submarino, esses hotéis prometem uma paisagem única para quem tiver a coragem de descer cerca de 18 metros abaixo da superfície --por um elevador transparente! --e dormir em um quarto de paredes de acrílico, entre cardumes e corais. No Poseidon http://www.poseidonresorts.com/, nas ilhas Fiji, cada um dos 22 quartos terá uma parede artificial de coral própria, com um sistema que solta alimentos para os peixes. Basta o hóspede apertar um botão e em segundos centenas de peixes cercam o quarto. Em Dubai, nos Emirados Árabes, o Hidrópolis http://www.hidropolis.com/será praticamente uma cidade submarina, com 200 quartos. A diária dos hotéis submersos (que devem ficar prontos em 2009) deverá ser tão salgada quanto a água do mar: cerca de US$ 1,5 mil por noite. Mas a idéia é fascinante. E, você, se hospedaria no fundo do mar?

*O principado árabe já sedia o hotel mais caro do planeta, o sete-estrelas Burj Al Arab, no qual a diária custa US$ 1,5 mil. A obra de US$ 6 bilhões tem 320 metros de altura, fica numa ilha artificial a 200 metros da praia e foi erguida sobre pilares fixos a 40 metros de profundidade. O edifício de fibra de vidro revestido de teflon tem formato de vela, restaurante panorâmico semi-suspenso e quadra de tênis. Ali tudo o que brilha é banhado a ouro, do elevador até as molduras dos quadros.














{Vejam a pista de tenis existente no Burj Al Arab, em Dubai. Quando não é usado como pista de tenis é usado como pista de helicóptero. Imaginam se a bola cai e tem que ir a procurar?}




{entrada do hotel}















*Como uma espécie de Disney das Arábias, o Dubailand é outro empreendimento arrojado. Ao custo de US$ 5 bilhões, o parque temático engloba 45 projetos, que vão desde galerias de arte até zoológico, parte com inauguração prevista para este ano. O mais exótico deles é a maior pista artificial de esqui na neve do mundo, com 320 metros de comprimento e 70 de altura. Tudo em pleno deserto, onde a temperatura pode beirar os 45º C. Como se não bastasse, Dubai quer ser o país do xadrez. Para isso, vai construir a Chess City, um conjunto de prédios no qual cada um terá o formato de uma peça de xadrez. Lá acontecerão campeonatos mundiais de xadrez, com hotéis para abrigar jogadores e centros de recepção. Uma coisa é certa: Dubai ainda reserva muitas surpresas para o Ocidente.

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